Eventos CORPORATIVOS: o que atentar em 2020!

A EXPERIÊNCIA DO CONSUMIDOR REINARÁ ABSOLUTA EM 2020

EVENTS CONCEPT

O que já apontava nos anos anteriores, ganhará reinado absoluto este ano: foco em entender e personalizar a jornada do participante com o evento, oferecendo experiência com as marcas.

A lealdade das novas gerações com as marcas também estará condicionada com o propósito, valores e causa por elas defendida e que estejam em sintonia com a deste consumidor.

Alguns festivais e eventos já mudaram essa característica da comunicação e estão se valendo de poucos materiais criativos publicados, com comunicações mais pautadas na proposta de valor do evento, causas e transformações propostas pela experiência. E sempre embalados com uma abordagem de MarTech, orientada a dados, que mapeia a intenção de compra do usuário, e cria gatilhos que facilitem a conversão e venda do ingresso. Não basta mais informar quem é o palestrante magistral. Hoje em dia, é necessário facilitar a jornada do comprador até encerrar a transação no carrinho de compras. Para isso são utilizadas AdTech, e cria-se uma figura importante que passa a despontar nas equipes de comunicação dos eventos: o especialista em UI/UX (User interface / User experience).

Key Point

Como a experiência do participante reinará solitária, o foco do organizador está cada vez mais em pensar como o evento pode fornecer a personalização, o envolvimento e o networking que ele deseja. E para oferecer essa experiência ao participante, o profissional de eventos buscará a criatividade, a inovação e a tecnologia.

Se você entendeu que a experiência do consumidor será o motor propulsor do mercado em 2020, já sabe o que é o mais importante do setor e o que está e estará imperando fortemente todas as ações do mercado de eventos nacional e internacional. Ou seja, o motor do evento é impulsionado para e pelas decisões do participante.

 

DATA DRIVE PLANNING E O VALOR DOS DADOS

Cada vez mais o planejamento e execução dos eventos serão embasados em dados. Esta é a única ferramenta capaz de prover a assertividade, a agilidade de gestão, a pronta reação e a base para aprimorar e customizar a experiência. E a sofisticação já chegou na captação e análise dos dados relacionados às emoções dos participantes.

Essa tendência também abre precedentes para outro tipo de profissional que começa a fazer parte da força de trabalho MICE para o futuro: o profissional de dados. Seja um analista de BI – Business Inteligence, ou um cientista de dados, desenvolver a capacidade analítica sobre as comunidades reunidas por um evento ainda é um oceano a ser desbravado.

Fato é que há muito mais pontos de conexão entre os participantes de um evento do que somente o tema central que os reúne. Exemplo: em um congresso de cardiologistas, já sabemos que as terapias do coração são um ponto comum entre os doutores ali presentes. Mas seria possível reunir sub-comunidades de fãs de rock, amantes de tênis, entusiastas de corrida, criando assim diversos outros pontos de contato entre os participantes.

Perguntar aos participantes sobre o que gostariam de ouvir, comer, viver, é uma forma de engajar antes da experiência ao vivo, mostrando cuidado com a personalização de cada experiência. A mágica, entretanto, não está na hora de coletar os dados. Para isso existem diversas plataformas, aplicativos e modalidades de coleta de dados.

fonte: https://www.revistaeventos.com.br/blog/Eventos-de-sucesso!/Eventos:-o-que-atentar-em-2020!-Parte-1/49053
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