{"id":2582,"date":"2021-08-29T00:02:01","date_gmt":"2021-08-29T00:02:01","guid":{"rendered":"https:\/\/www.verieventos.com.br\/blog\/?p=2582"},"modified":"2021-08-30T00:13:18","modified_gmt":"2021-08-30T00:13:18","slug":"tradicoes-antigas-de-casamento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.verieventos.com.br\/blog\/tradicoes-antigas-de-casamento\/","title":{"rendered":"TRADI\u00c7\u00d5ES ANTIGAS DE CASAMENTO"},"content":{"rendered":"<h1 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\">Algumas tradi\u00e7\u00f5es de Casamento que v\u00e3o te deixar de cabelo em p\u00e9.<\/span><\/h1>\n<p>Se hoje presenciamos rituais de casamentos\u00a0que incluem a troca de alian\u00e7as, o beijo apaixonado, a chuva de arroz e a valsa dos noivos, n\u00e3o \u00e9 sempre assim que acontece em todo o mundo. A seguir, conhe\u00e7a algumas antigas tradi\u00e7\u00f5es completamente diferentes \u2013 felizmente \u2013 do que vemos hoje em dia:<\/p>\n<h2>1 \u2013 O ritual do copo<\/h2>\n<p><span id=\"img-1\" class=\"img-fc\"><img class=\" ls-is-cached lazyloaded\" src=\"https:\/\/mega.ibxk.com.br\/2015\/08\/18\/18115431993312.jpg?ims=610x\" data-src=\"https:\/\/mega.ibxk.com.br\/2015\/08\/18\/18115431993312.jpg?ims=610x\" \/><\/span><\/p>\n<p>Na regi\u00e3o da Eti\u00f3pia, era comum que os noivos passassem por uma cerim\u00f4nia que envolvia a \u201cprova do copo\u201d, digamos assim. O casamento e a celebra\u00e7\u00e3o n\u00e3o eram muito diferentes do que vemos hoje: festa, comilan\u00e7a e depois as felicita\u00e7\u00f5es aos noivos, que seguiam para a esperada noite de n\u00fapcias.<\/p>\n<p>O detalhe era que, na manh\u00e3 seguinte ao cas\u00f3rio, todos do vilarejo se reuniam ao redor do local onde os pombinhos haviam passado a noite. O noivo sa\u00eda, ent\u00e3o, segurando um copo, que era entregue ao pai da noiva. A partir da\u00ed, duas coisas poderiam acontecer.<\/p>\n<p>A primeira possibilidade era a mais esperada: o noivo, satisfeito, chamava o sogro para tomar vinho e comentar sobre os melhores momentos do cas\u00f3rio. Agora se o noivo derrubasse vinho significava que a esposa n\u00e3o tinha sido do agrado do homem, que estava insatisfeito. Nessa segunda ocasi\u00e3o, a derrubada do vinho colocava fim ao casamento.<\/p>\n<h2>2 \u2013 A dancinha<\/h2>\n<div id=\"standard_2\" class=\"st-placement standard_2 inImage\">\n<div class=\"st-adunit st-reset st-show\"><\/div>\n<\/div>\n<p><span id=\"img-2\" class=\"img-fc\"><img class=\" lazyloaded\" src=\"https:\/\/mega.ibxk.com.br\/2015\/08\/18\/18115445877313.jpg?ims=610x\" data-src=\"https:\/\/mega.ibxk.com.br\/2015\/08\/18\/18115445877313.jpg?ims=610x\" \/><\/span><\/p>\n<p>Antigamente, onde hoje \u00e9 a Col\u00fambia Brit\u00e2nica, no Canad\u00e1, os nativos realizavam um ritual chamado \u201cdan\u00e7a tocante\u201d, que basicamente era uma festa que acabava em cas\u00f3rio. Funcionava assim: v\u00e1rias pessoas dan\u00e7avam, e as mulheres solteiras usavam uma faixa.<\/p>\n<p>Quando um homem se aproximava e segurava a faixa de uma delas, significava que ele gostaria de se casar com ela. Se a mo\u00e7a n\u00e3o correspondia ao interesse, ela poderia tirar a faixa da m\u00e3o do rapaz. Ao final da dan\u00e7a, aqueles rapazes que continuavam segurando a faixa passavam a ser considerados maridos das mulheres cujas faixas seguravam. Que agilidade, hein!<\/p>\n<h2>3 \u2013 R\u00fassia sendo R\u00fassia desde sempre<\/h2>\n<h2><span id=\"img-3\" class=\"img-fc\"><button id=\"btn-share-image-fb\" class=\"icon-btn icon-btn-facebook\" title=\"Compartilhar no Facebook\" aria-label=\"Compartilhar no Facebook\"><\/button><button id=\"btn-share-image-pt\" class=\"icon-btn icon-btn-pinterest\" title=\"Compartilhar no Pinterest\" aria-label=\"Compartilhar no Pinterest\"><\/button><img class=\" lazyloaded\" src=\"https:\/\/mega.ibxk.com.br\/2015\/08\/18\/18115454473314.jpg?ims=610x\" data-src=\"https:\/\/mega.ibxk.com.br\/2015\/08\/18\/18115454473314.jpg?ims=610x\" \/><\/span><\/h2>\n<p>Os povos antigos do nordeste da R\u00fassia tinham uma forma bem bizarra de se casar. Quando um homem encontrava uma mulher com quem queria se casar, ele se submetia a trabalhar como uma esp\u00e9cie de escravo para os pais da noiva. Se eles ficassem satisfeitos com o trabalho do mo\u00e7o, ele ganhava permiss\u00e3o para se casar com a jovem. Essa permiss\u00e3o, no entanto, era concedida de maneira bem peculiar: basicamente, o rapaz tinha que encontrar a donzela e deix\u00e1-la nua.<\/p>\n<p>Detalhe: a essa altura a mo\u00e7a j\u00e1 contava com a ajuda das outras mulheres da redondeza, que a vestiam com tantas roupas e faixas que, ao final da prepara\u00e7\u00e3o, a noiva mais parecia uma m\u00famia.<\/p>\n<p>Quando o pretendente encontrava a noiva, seu dever era pular sobre ela e tentar desesperadamente desenfaix\u00e1-la; afinal, assim que as outras mulheres percebessem que o noivo havia encontrado a noiva, era obriga\u00e7\u00e3o delas dificultar o trabalho do jovem. Para isso, elas o agrediam e faziam de tudo para que ele ficasse ferido e n\u00e3o conseguisse cumprir sua meta.<\/p>\n<p>A vida do noivo, basicamente, n\u00e3o era muito simples. Mas quando a luta acabava e o cara j\u00e1 estava quase pedindo socorro, a noiva o chamava para descansar com ela em sua cama.<\/p>\n<h2>4 \u2013 Mais uma da R\u00fassia<\/h2>\n<p><span id=\"img-4\" class=\"img-fc\"><button id=\"btn-share-image-fb\" class=\"icon-btn icon-btn-facebook\" title=\"Compartilhar no Facebook\" aria-label=\"Compartilhar no Facebook\"><\/button><button id=\"btn-share-image-pt\" class=\"icon-btn icon-btn-pinterest\" title=\"Compartilhar no Pinterest\" aria-label=\"Compartilhar no Pinterest\"><\/button><img class=\" lazyloaded\" src=\"https:\/\/mega.ibxk.com.br\/2015\/08\/18\/18115519667316.jpg?ims=610x\" data-src=\"https:\/\/mega.ibxk.com.br\/2015\/08\/18\/18115519667316.jpg?ims=610x\" \/><\/span><\/p>\n<p>Ta\u00ed um povo que n\u00e3o ganhou fama de exc\u00eantrico \u00e0 toa. No in\u00edcio do s\u00e9culo XIX, os cas\u00f3rios na R\u00fassia inclu\u00edam alguns rituais bem diferentes. Primeiro, as amigas do noivo faziam com que a noiva ficasse nua para que, assim, elas pudessem avaliar o corpo da mo\u00e7a e repassar um relat\u00f3rio ao futuro marido.<\/p>\n<p>Se os atributos da donzela fossem aprovados pelo marido, o casamento acontecia, e as amigas do noivo \u2013 de novo, elas \u2013 rezavam para que a mo\u00e7a tivesse o maior n\u00famero de filhos poss\u00edvel. Depois da cerim\u00f4nia religiosa, os noivos recebiam seus convidados em uma festa com muitos quitutes. Ainda assim, os rec\u00e9m-casados s\u00f3 poderiam sentar-se \u00e0 mesa \u2013 nada de comida para eles!<\/p>\n<p>Enquanto isso, os convidados eram animados por um coral de crian\u00e7as que cantavam m\u00fasicas com letras obscenas. A festa prosseguia e o marido, claro, deveria carregar um pequeno chicote preso a um p\u00e9 de sua bota. No outro, ele escondia uma bugiganga qualquer.<\/p>\n<p>Em seguida, a noiva deveria tirar os sapatos do noivo. Se o primeiro p\u00e9 que ela puxasse fosse a bota com a bugiganga, o marido dava o objeto aleat\u00f3rio \u00e0 esposa, como um sinal de que os dois teriam uma vida feliz juntos. Agora se ela puxasse a bota que tivesse o chicote, ela j\u00e1 levava um golpe em seguida, de modo que isso servia de aviso para que ela soubesse que, durante o casamento, seu marido poderia chicote\u00e1-la quando quisesse.<\/p>\n<p>Calma l\u00e1 que a bizarrice ainda n\u00e3o acabou. Depois do ritual das botas, o casal ficava sozinho em um quarto por 2 horas, enquanto um grupo de senhoras os esperava do lado de fora. Assim, depois da primeira vez dos dois, a noiva deveria mostrar para as mulheres a \u201cmarca de sua virgindade\u201d. Na sequ\u00eancia, essas senhoras faziam uma tran\u00e7a nos cabelos da noiva e iam falar com o pai dela, que dava o dote pela filha. O dinheiro era entregue ao noivo e, depois disso, os dois viviam juntos para sempre.<\/p>\n<h2>5 \u2013 Na Bielorr\u00fassia<\/h2>\n<div id=\"standard_3\" class=\"st-placement standard_3 inImage\">\n<div class=\"st-adunit st-reset st-show\">\n<div class=\"st-adunit-ad st-reset\">\n<div class=\"st-display-render st-reset\">\n<div class=\"st-reset\">\n<div class=\"important-styled st-canvas-container open Leaderboard display-standard fssquz2\">\n<div class=\"important-styled st-canvas-el fhxwyqa\">\n<div class=\"important-styled st-canvas-container undefined fssquz2\">\n<div class=\"important-styled st-canvas-el f1bwr5o9\">\n<div class=\"important-styled st-canvas-container undefined fssquz2\">\n<div class=\"important-styled st-canvas-el fwy929e\">\n<div class=\"important-styled f1m7i34m\">\n<div class=\"important-styled display-render-wrapper f1m7i34m\"><img class=\" lazyloaded\" src=\"https:\/\/mega.ibxk.com.br\/2015\/08\/18\/18115529464317.jpg?ims=610x\" data-src=\"https:\/\/mega.ibxk.com.br\/2015\/08\/18\/18115529464317.jpg?ims=610x\" \/><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>N\u00e3o \u00e9 persegui\u00e7\u00e3o, a gente jura, mas as coisas l\u00e1 para os lados da R\u00fassia sempre seguem um padr\u00e3o de bizarrice que parece ser imposs\u00edvel de superar. Na regi\u00e3o que hoje \u00e9 conhecida como Bielorr\u00fassia, a tradi\u00e7\u00e3o era esta: o noivo apanhava antes da noite de n\u00fapcias.<\/p>\n<p>Funcionava assim: o padrinho do noivo seguia o casal at\u00e9 o quarto onde teriam a noite de n\u00fapcias. Uma vez que os pombinhos estivessem despidos e embaixo dos len\u00e7\u00f3is, o padrinho invadia o quarto e dava uma bela surra de chicote no noivo. Durante a surra, o padrinho gritava frases como: \u201cOlhem um para o outro, se beijem e se abracem! R\u00c1PIDO\u201d.<\/p>\n<p>Detalhe: o chicote usado pelo padrinho \u00e9 o mesmo que, coincidentemente, essas pessoas usavam em cerim\u00f4nias f\u00fanebres, j\u00e1 que, como todos sabemos, casamentos e funerais precisam de rituais envolvendo chicotes.<\/p>\n<h2>B\u00f4nus<\/h2>\n<p><span id=\"img-6\" class=\"img-fc\"><button id=\"btn-share-image-fb\" class=\"icon-btn icon-btn-facebook\" title=\"Compartilhar no Facebook\" aria-label=\"Compartilhar no Facebook\"><\/button><button id=\"btn-share-image-pt\" class=\"icon-btn icon-btn-pinterest\" title=\"Compartilhar no Pinterest\" aria-label=\"Compartilhar no Pinterest\"><\/button><img class=\" lazyloaded\" src=\"https:\/\/mega.ibxk.com.br\/2015\/08\/18\/18115538481318.jpg?ims=610x\" data-src=\"https:\/\/mega.ibxk.com.br\/2015\/08\/18\/18115538481318.jpg?ims=610x\" \/><\/span><\/p>\n<p>Uma regra bastante sensata, usada antigamente nos Pa\u00edses Baixos, bem que poderia voltar a fazer parte dos nossos crit\u00e9rios na hora de encontrar algu\u00e9m com quem dividir uma vida. A regra era curta e grossa: <strong>\u201cAqueles que n\u00e3o gostam de gatos n\u00e3o ter\u00e3o esposas bonitas\u201d<\/strong>. Faz ou n\u00e3o faz todo o sentido?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: Mega Curioso<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Quer saber mais?\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Entre em\u00a0<\/em><\/strong><a href=\"https:\/\/www.verieventos.com.br\/contato-de-empresa-de-assessoria-de-eventos\"><strong><em>contato<\/em><\/strong><\/a><strong><em>, eu e minha equipe estamos prontos para atend\u00ea-los<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>ADORAMOS SEUS COMENT\u00c1RIOS, MAS LEMBRE-SE DE MANT\u00ca-LOS GENTIS E POSITIVOS, POIS ESSE \u00c9 UM LOCAL PARA INSPIRA\u00c7\u00c3O E COMPARTILHAMENTO DE INFORMA\u00c7\u00d5ES.\u00a0TEMOS O DIREITO DE REMOVER OU N\u00c3O APROVAR COMENT\u00c1RIOS NEGATIVOS OU PREJUDICIAIS.<\/strong><\/p>\n<p>Os textos publicados neste blog s\u00e3o de minha autoria, portanto, a c\u00f3pia e publica\u00e7\u00e3o do conte\u00fado deste blog sem cita\u00e7\u00e3o da fonte com link direto para o post e sem minha pr\u00e9via autoriza\u00e7\u00e3o constitui crime de Pl\u00e1gio de Propriedade Intelectual previsto na lei de n\u00famero\u00a0<strong><a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/leis\/l9610.htm\">9.610<\/a><\/strong>\u00a0de 19 de fevereiro de 1998.\u00a0Caso queira copiar qualquer texto ou fragmento de texto deste blog, entre em contato pelo e-mail\u00a0<strong><a href=\"mailto:contato@verieventos.com.br\">contato@verieventos.com.br<\/a><\/strong>\u00a0solicitando autoriza\u00e7\u00e3o.<strong><br \/>\n<\/strong>Qualquer pl\u00e1gio encontrado ser\u00e1 reportado ao Google e seu site ser\u00e1 rebaixado drasticamente nas buscas pela plataforma, resultando em queda de p\u00fablico e visitas.\u00a0Respeite o trabalho de um colega de profiss\u00e3o. Prestigie, n\u00e3o plagie.<strong><br \/>\n<\/strong>A maioria das imagens utilizadas neste blog foi resultado de pesquisas no Pinterest e Google. Sempre procuramos colocar a fonte da imagem. Se alguma das imagens \u00e9 de sua autoria, por favor avise-nos assim podemos dar os devidos cr\u00e9ditos, ou se preferir, podemos retir\u00e1-la do blog.<\/p>\n<p><strong>\u00a9 2021, VERIDIANA ANTONELLI EVENTOS,TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Algumas tradi\u00e7\u00f5es de Casamento que v\u00e3o te deixar de cabelo em p\u00e9. Se hoje presenciamos rituais de casamentos\u00a0que incluem a troca de alian\u00e7as, o beijo apaixonado, a chuva de arroz e a valsa dos noivos, n\u00e3o \u00e9 sempre assim que acontece em todo o mundo. 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